“BRASILEIRA QUE ABORTA É CATÓLICA, CASADA, TRABALHA E TEM FILHO” revela matéria d’O ESTADO DE SÃO PAULO
O ESTADO publica, em matéria redigida por Simone Iwasso, com dados de pesquisa da antropóloga Débora Diniz (UnB) dados da maior importância sobre o aborto no Brasil. “Os dados mostram que não é a mulher considerada leviana que aborta. É uma mulher comum, que vive uma relação estável e que já tem um filho” afirma Diniz.”Gravidez indesejada acontece em todas as classes sociais e por diversas razões, infelizmente” afirma o médico Thomaz Gollop. …. A questão, coloca ele, não é ser favorável ou não à opção da mulher pelo aborto. A questão está colocada de maneira equivocada. Ninguém é a favor do aborto. Mas seríamos nós a favor de que essa mulher casada, mãe, que trabalha, viesse a ser presa por ter se submetido a um aborto?
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o risco de morrer em função de um aborto nos países desenvolvidos, onde ele é feito por médicos de maneira segura, é de 1 em 100.000 casos. No Brasil, a proporção está em 1 para cada 100 casos - ou seja mil vezes mais alta a probabilidade de morte da mulher entre nós. Por estas e outras informações é que o Ministro da Saúde, Dr. José Gomes Temporão, chama esta uma questão de saúde pública!
6 de Junho de 2008 @ 14:12
Li seu artigo e hoje me vejo numa situação de uma gravidez indesejada, não planejada.
Esse ano é de mudanças, comecei um novo emprego, depois de longos anos acomodada em outra Cia. O que não podia acontecer, aconteceu. Quis muito em outras épocas, mas não agora.
Para fazer aborto, me aconselha a consultar algum ginecologista previamente? Me indica algum no Rio que seja a favor do aborto? Porque a minha, de confiança, é contra e não poderei levar a ela minha situação.
Por favor, me ajude
Grata.